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Audiovisuales sobre o compartir (viejo)

Este artigo é um resumo da experiência de uma pesquisa de videos na net (especialmente no youtube) com as palavras compartilhar, partilhar ou compartir mais (e ainda) “música, animação, tudo, etc”.

Esta práctica de usar a “partilha” como eixo central da mensagem que se quer mostrar, faz que os productos audiovisuais tenham uma pressão adicional para que tenham uma alta qualidade de edição, porque a palavra “partilha” tem uma grande conexão com uma energia que todos levamos bem dentro. A “Partilha” tem uma alta qualidade conceptual em si mesma. Por exemplo, encontramos uma alta carga de significado tanto ao ver videos para crianças, como videos para adultos . Também encontramos videos que mostram uma visão de partilhar como algo mais integrado na nossa cotidianidade e sem essa polarização de criança – adulto, mas todos eles mantêm a grandeza do significado do “partilhar“. Por exemplo, e como caso bastante fora de tópico neste artigo, esta é uma fotomontagem (download nao partilhado) de um convite a “compartir una ciudad” através de fotos.

 

Compartilhar

Os audiovisuais sob o título compartilhar que procurei no youtube estão quase todos associados a uma premissa religiosa: “compartilhar é dar, amar (a jesus)”. Desta pesquisa com “compartilhar” gostava de realçar este video com música feito para crianças lutadoras: E neste outro video mostra-se uma casa da rede fora do eixo, onde “se compartilha tudo

 

Partilha

Com a palavra “partilha” torna-se mais visível a polaridade cultural histórica de associar um tipo de “partilha imaterial” para adultos para ser mais sábio (neste caso com interpretações menos religiosas, coincidindo com resultados de obras audiovisuais feitas por portugueses) e outro tipo de “partilha material” para ensinar crianças a serem eficientes. Dentro deste contexto vemos novas gerações de audiovisuais sem complexos desta polaridade, como no caso do video da casa fora do eixo, mencionada anteriormente. Podemos observar outro exemplo interessante, inclusivo e “atual” numa banda de Guimarães (Portugal) que decidou chamar-se Projeto Partilha, Canção Escolhas. Já existe um filme (trailer) que se chama “a partilha” e tem como guião a partilha de uma herencia entre irmãs que estão a morar na casa que devem vender. Também este anúncio comercial (bastante engraçado) pretende mostrar as soluções prácticas que podemos considerar para solucionar os problemas que aparecem na nossa vida quando partilhamos tudo A lembrança e intenção de reconexão com hábitos de partilha do antigamente , no contexto de uma campanha promocional privada

 

Compartir

Quando procuramos “Compartir“, aparecem mais vídeos sugestivos, e muitos mais ainda relacionados com a infância. Alguns dos vídeos mais actuais, tentam integrar estes dois mundos: o imaterial adulto e o material infantil. Este é provavelmente o melhor de todos. Experimento compartir (completo)

 

Pedagogia explícita com a partilha

As músicas ou montagens de vídeo para crianças (espontaneidade) são feitas por adultos (racionalidade), aqui numa tentativa de definir o compartir com lírica reflexiva e com grafia e música infantis Há mais videos pedagógicos com bastante vontade de ordem social. Este (e outro similar) e este (muito bom) também são mais uma fotomontagem do mesmo género. Nesta entrevista seguinte assistimos a uma explicaçao de uma pedagoga sobre a evolução das diferentes tendências de partilha que encontramos em crianças desde os 0 até os 5 Plaza sésamo é um grande ícon da pedagogia infantil, e tem vários capítulos que pretendem ensinar a “compartir melhor” de uma manera bastante racional   Destes, saliento um com especial interesse porque aprofunda o problema do receio a “vai-se estragar se emprestas”

Partilha lírica para crianças com música

Os pimpollos: Provavelmente o video mais ambicioso ou épico de todos… Este, um simpático: Todos los perros van al cielo: E este pretende desenvolver mais inteligencia de partilha nas crianças através dum delírio Outras músicas redundantes nesta vibração, como esta À parte das animações coloridas para crianças, podemos encontrar alguma música coreografiada bastante animada com pessoas reais. Ou esta música, cheia de instrumentos e mais centrada em compartir para ajudar aos mais pobres

 

Partilha adulta em músicas

Os próximos videos comunicam uma vontade de sentir ou viver esse amor que levamos dentro partilhando, sem estarem associados a uma religião. No próximo é interesante ver como o autor, além de escolher uma pessoa singular como referência dessa vontade de amar, fala de “quiero compartir con alguién” Ou este parecido, mas este já mostra “quiero compartir contigo (amarte a tí)“. De outra forma começam a ver-se vídeos mais amadores de músicas de rap ou de intervenção, tentado mostrar com recursos humildes o conceito da partilha de um modo já bastante naturalizado.

 

Partilhar amor (corpos)

No partilhar mais interno, a famosa boneca Barbie já dizia que “el amor es para compartir“, mas vamos ver um vídeo que tenta mostrar a possibilidade de poder “partilhar tudo“, incluido o corpo Entrevista a pessoal que vive no poliamor, e que estan a partilhar tudo

 

Partilha em anuncios comerciais

O conceito da partilha interessa principalmente a empresas da conectividade sejan de telecomunicaçoes em geral tipo Movistar (“Compartida la vida es mas“), Claro (“Compartilhar“), Tmobile (“life is for sharing“) ou incluso Mastercard (“compartir porque si, no tiene precio“). Este é mais no tópico da “cadena de favores“, mas é fixe e relacionado

 

Partilha em apresentaçao do projectos

Temos casos de actualidade interesante como estas apresentaçoes de projectos por començar. Este é ambicioso pero difuso (“o medo de partilhar tudo“), este mais elaborado y claro (“compartilhando paixoes“). Documentario de uma ruta em bicicleta por la protecçao das sementes criolhas (“projecto compartilha ciclovida“), ou uma apresentaçao dum “altercambio, compartir es bueno“. O conceito de: “partilha coisas que sejan significativas e utiles para as pessoas, alem de datos da tua vida com os teus amigos” pode-se ver em videos tambem bem elaborados que como este tenta-nos mostrar o contexto da palavra “crowdlearning” donde numa entrevista com mais profundidade a uma das fundadoras nombra-se a “partilha de informaçoes, de ideais, incluso de dinero“. Compartiresvivir.org tenhe um video explicativo moito bom e uma escola marista fiz esta música e fotomontagem interesante. As redes de partilha de bems físicos construidas a través da internet mais significativas sao redes de partilha de um tipo de bems específicos só, estando um pouco isoladas entre elas (sem estar federadas com outras redes de outros tipos de bems ou serviços). Os casos de este genero mais populares sao, tal vez, as redes de hospitalidade (couchsurfing ou uma versao partilhosa da organiçaçao promotora da rede: bewelcome, etc) ou as redes de partilha de viagem em carro (blablacar, sincropool, etc). Outros organizaron uma “sharing week” com um experimento efímero chamado yocompartiria.com As redes de partilha integral, tipo redes de apoio mutuo, cooperativismo colectivista ou relacionados nao redifican-se tanto a través da internet, nem senten de usar o conceito de partilha como eixo central da sua mensagem. Estas redes sao inciativas mais presenciais para já, por isso nao producen moito video se calhar.

 

Partilha nas redes sociais

Nas redes sociais online, “partilhar” é parte importante da apresentaçao de quase todas. O mensagem esta a dizer: “Partilha como usuario datos da tua actividade vital” O simple feito de tu publicares contiudos na net daz um valor aos mantenedores do serviço. Eles conseguen a posibilidade de saber quales sao as tuas vontades, e assim, depois poden “partilhar” as tuas coisas com as grandes companhias de publicidade, as quales precisan de saber das preferencias dos usuarios para ofrecer productos que tenhen alguma certeza de que a pessoa que está a ver vai estar de algum jeito interesada no que están a intentar “vender”. E por isso que os directivos da majoria das chamadas redes sociais, nao estan a partelhar contigo o desenvolvimento da aplicaçao (os softwares nao sao livres). Algumas (facebook, google+, etc) fican com os dereitos de explotaçao dos contiudos adicionados por ti. Outras como twitter preferen respeitar os teus dereitos sobre o material adicionado e inda encima animante a que “partilhes” o material livremente (deixar copiar, redistribuir, etc), porque para eles ja sao suficientes os beneficios adicionais que o seu producto ganha por a tua acçao de partilhar informaçao com outras pessoas alí. Seguindo lógicas interesadamente comerciais, estanse a criar outras redes sociais privativas tipo 6yx ou rippln onde como utilizador vas a conseguir puntos por “partilhar o teu contiudo” que logo poderas trocar para conseguir recursos materiais concretos.

 

 

Partilha em projectos globais

A um nivel global, a “partilha” trata-se moito a volta das creaçoes digitais. Por exemplo, em videos promocianais a volta de “sharing ideas“. Ou em apresentaçoes de projectos ja a funcionar para partilhar obras digitais com as creative commons, onde falan de definir uma “shared culture” ou na cultura livre. Ha outros sites com videos como no ouishare fest, este é duma oficina que tenta definir “sharing economy” Aqui um video intro valente de peers.org A compartiva (shareful), que ainda não començou a ser implementado interactivamente mas tenhe moito avançado, mas a um nivel mais práctico, tentando implementar estandares parecidos aos das creative commons, mas dirigidos para a “condiçoes e maneras para facilitar a partilha de todos os objetos” Podes (eu vou a 🙂 continuar a procurar videos mais específicos onde se mostre o “partilhar” como o seu mensagem central em material audiovisual. Se queres seguir a procura, recomendo visitares a categoria de audiovideos da wiki ou contacta conmigo, e vamos lá partilhar mais alguma coisa. beijo, ate já

 

Blabla.. sobre blablacar (viejo)

Este es un articulo viejo del 2015 por lo menos…. piedad! 🙂

Blablacar es probablemente la red de compartividad basada en internet que mas ha crecido en el estado español durante el último año. La crearon hace bastante tiempo con otro nombre un grupo de “emprendedores” basados en parís. En algún momento hace no mas de 2 años, estos decidieron apostar fuerte por el mercado “español” evolucionando su proyecto a través de una gran inversión en marketing. Un buen trabajo de marketing para desarrollar una iniciativa en internet que va dirigida hacia “el público en general” es bastante clave para que la iniciativa produzca beneficios. Primero tuvieron que escoger un buen dominio (“bad doman kills”, ej: amovens), después elegir una infografia “infantilista y chachipiruli” con al menos un video que siga tal estilo que te hable simpático y que saque al niño que llevas dentro cuando lo estés viendo. La faena la remataron con publicidad masiva en medios digitales de uso masivo con un mensaje muy apetecible que te sugiera muy claramente el “poder ganarte unos dinerillos, siendo buena-mejor persona (que comparte lo suyo)”. Ser compartivo es sinónimo de ser buena-mejor persona, y como para ser compartivo no puedes pensar en “ganar dinero (eso seria el opuesto: egoista)”, el mensaje hay que camuflarlo con “ahorrar gastos mediante compartir gastos” para que este llegue como un “bien” y bien adentro.

 

La concepción de la web de blablacar.es

Podemos criticar el gusto del ciudadano medio, pero laboratorios de marketing americanos del norte no hacen eso y les va bien. Ellos, como blablacar, creen en el ciudadano medio como dogma de fé, no quieren evolucionarlo. Las funcionalidad web son la base esencial de cualquier iniciativa promovida a través de internet a día de hoy. Aquí hay mucho escrito sobre usabilidad, y mucho trabajo de ingeniero, que si “están en la onda” deberán saber que “no por mucho ofrecer opciones, a la gente le va a gustar mas”. “La gente” quiere comerse las webs por los ojos mediante un diseño extremadamente agradable y algo pelota, quiere poder controlar el 80% de las funcionalidades de la plataforma en menos de 5 minutos, sin tampoco sentir que la cosa es “muy cutre” para no sentirse insultada de participar en algo “tan pobre”. ¿Como conseguir esto? Hemos visto que tipo de personalidad de diseño “necesitamos”, cuantas funcionalidad “queremos” y como nos queremos “sentir en general”. Asi que en el buscador no necesitamos un mapa para buscar rutas, nos vale con una foto enorme de un plano de ruta, que nos despierte “el juego” pero que nos asuste lo suficiente para buscar refugio en el “escondido” campo del buscador, donde nos creeremos mas inteligentes (casi adultos) que un niño de 7 anhos por haberlo encontrado entre tanto “carnaval”. Luego, la eficiencia. Directamente encuentras los viajes, y el dinero (lo segundo mas importante) bien resaltado, con la bondad adicional del efecto semáforo para sentirte protegidpo con el amigo que te enseña “lo que es mas caro de lo normal”. Lo siguiente jugoso que vamos a ver van a ser mas ventajas, ya nos fijemos en que hay una foto subida por una persona anunciante (puede no ser o verse claramente que es ella pero la intención de subir la imagen de una cara es suficiente autenticación para el ciudadano medio). También y adicionalmente vamos a ver que la plataforma (en este punto ya sentimos que es una plataforma y no solo una web) dispone de una sofisticación de valoraciones sociales del ofertante que la hace “mucho mas segura”, e incluso ya para los mas frikis (vuelta al sarcasmo) dispone de un filtrado por cantidad de precio o de reputación en el clásico menú izquierdo que lo hace “mas web clásica”, dando esa confianza adicional “retro” que al ciudadano medio todavía le gusta ver, pero prácticamente nunca va a usar porque “ya le vale con las calidades primarias de ciudades, precio y si acaso foto”. Los mas paranoicos o señores que todavía no se han unido a “la comunidad” van a encontrar todo arriba para ir hacia adelante en 3 enlaces repetitivos y de contenido ultrasimple, o para ir mas hacia atrás en el histórico en la parte de abajo en 3 columnas con enlaces sloganísticos sin demasiada profundidad de contenido. Un primer bloque de enlaces para “información normal”, el segundo para lo mas rebuscado de “en tu interior” llamado “quién”, y el tercero para que veas que si, que “de verdad” es una “comunidad divertida” de la que te puedes sentir “muy parte de”.

 

El calculador de gastos

El calculador de gastos de blablacar ofrece unas cifras de gasto en euros por viaje que son mas del doble de lo contribuiría cada persona por la gasolina en un coche lleno. La API de google que ofrece tal cifra calcula 2 plazas en cualquier coche (donde normalmente caben 5) y coge de referencia por defecto el gasto de un coche con un consumo alto de gasolina. Pero, en una realidad tácita no expuesta y mas acorde con la realidad de la intención de la compañia promotora de blablacar, se justifica tal cálculo diciendo que “compartir gastos de viaje no es solo compartir gasto de gasolina, hay que añadirle los gastos de seguro e ITV” e incluso los mas valientes se atreven a justificar que “compartir es compartir los gastos de reparaciones e incluso de reposición del gasto de compra de vehículo” y así se compensa lo de ir a medias con la gasofa entre mas de 2 personas. Cualquier conductor puede reducir lo que pide por viaje al anunciar un viaje. Este es el punto interesante y que puede mantener el espíritu mas voluntarioso de compartividad en blablacar. Hay libre mercado, y podemos intuir que a medida que se vaya poblando mas y mas, los conductores irán eligiendo “no pedir tanto para llenar el coche antes que otros y así ganar mas”. También, y no seamos malos, hay quién rebaja el precio por principios morales, y aquí una cosa importante a resaltar, junto con un reto científico a refutar: -Animo a cualquier persona que vaya con un conductor que ha decidido clickar para rebajar el precio de coste por viajero que ha ofrecido por defecto el calculador de coste, y que me demuestre que tal conductor no es una maravillosa persona a quien invitaría gustosamente a compartir cualquier cosa que tuviera que tuviera un precio de mercado de préstamo del doble o mas que lo que costaría el viaje según el por defecto del calculador. Por contra, denuncio la hipocresia de muchas personas que defienden que es compartir aportar la parte de los gastos de lo que ha costado el coche, porque no suelen considerar que dichos gastos adicionales a la gasofa supongan “una aportación patrimonial al objeto” lo cual obligaría a tal propietario compartivo a donar ciertos derechos futuros sobre la propiedad del objeto. Dicho de otro modo: “pagame tu parte de lo que me ha costado el coche por tu viaje pero no me marees para pedírmelo luego para echarte a dormir en el por la noche como propietario contribuyente que fuiste”.

 

Emprendedorismo y/o activismo

Blablacar está haciendo una inmensa labor activista muy encomiable (sin ningún sarcasmo). No es para nada desdeñable que es la iniciativa que mas está despertando la compartividad en las personas habitantes del estado español, aparte de estar empezando a “copar” el “mercado” de “compartir gastos de viaje de media distancia mediante vehículos particulares” en otras partes de europa con tal estrategia comunicativa expuesta en los anteriores parágrafos. Esto vuelve a poner de manifiesto que iniciativas salidas desde un grupo reducido de personas bien coordinadas entre si y lanzadas con toda la ambiciosa valentía y con un buen “estudio de mercado previo” que conecten con necesidades reales de las personas tienen mucho ganado en el presente para perdurar en el futuro. En cambio, desde el activismo, aunque se intenten lanzar iniciativas parecidas, se suele pecar de “liantes” o “chapuceros” al intentar hacer lo mismo, aun sin el ánimo de querer sacar dinero por ello. Un factor clave en esta derrota del activismo es la soberbia de creerse “ganadores de antemano de la batalla en la cuestión del alma de la iniciativa”. Pero no es solo por este fluido implícito que hay en el activismo que pasa esto. En los llamados movimientos sociales, no se dispone ni tampoco se busca con ahinco la independencia económica necesaria en el grupo promotor para poderle dedicar el tiempo suficiente a lanzar tal iniciativa, la cual, no nos engañemos, va a necesitar de una dedicación bastante plena de varias personas, al menos a corto plazo. Si bien hay bastante software libre y hacer un blablacar así o mas de básico es aparentemente bastante viable con un simple wordpress o joomla y sus módulos, tales herramientas de gestión van a necesitar de retoques en módulos que muchas veces va a ser mejor reescribirlos que retocarlos, y encima para hacer tal cosa hay que pasar por el purgatorio de tener que aprender una API específica, que acaba por tener parecida curva de aprendizaje que el lenguaje de programación en si, con lo que volvemos a la necesidad de planificación de recursos para que sea viable que se suele obviar o rechazar en dichos movimientos activistas.   No quedan ahí las limitaciones de la cultura (folklore) activista a la hora de plantearse el mejorar el blablacar añadiéndole mas funciones de comunitarización dirigidas hacia provocar una mayor promoción de la compartividad mediante el transporte, o de cualquier otro de los ámbitos básicos de la vida. Ha habido ya muchas noticias y comentarios críticos con la falta de ambición compartiva de blablacar en varios foros de internet, pero pocas iniciativas claras planteando una alternativa a desarrollar. Aquí hay que criticar la falta de compromiso o el esperar a que el famoso “alguién (otro) ya seguro que lo hará” del activismo.

 

Comunitarización en blablacar

La comunidad blablacar empieza a desarrollarse mas allá de la web. Ya hay acuñada la palabra “blablaquero”, y desde la empresa promotora se están a empezando a organizar “blabladrinks” de una forma bastante decidida, pero moderada por delegados promotores. No he acudido a ninguno de estos eventos todavía, así que no puedo tampoco darle mucho al blabla sobre esto. Los blabladrinks, aparte de ser una extensión mejor de la magia compartiva que ya acontece durante los viajes al la gente estar muy amablemente incentivada a comunicar entre ellos, puede permitir una mejor coordinación para los viajes regulares locales que el coordinarse mediante la web pero sobretodo “el viaje puede ser el inicio de una entrañable compartividad”.

 

El estudio de mercado Yocompartiria.com

Yocompartiria.com fué un intento descabellado de estudiar el “ver si podriamos lanzar otros productos parecidos, con los que multiplicar nuestros beneficios a medio plazo” de la empresa promotora de blablacar. Otra vez acertaron de pleno en la estrategia de marketing. Se planteó muy bien. Difundiéndolo como “la sharing week”. Así, con nombre de dominio en español extremadamente sugerente, y slogan en inglés para que te sientas compartiendo mas en global, como cuando chateas en facebook o retwiteas. Yocompartiria.com podría haber sido un proyecto permanente, pero “lo suicidaron” al cabo de una semana como ya habían declarado de antemano que así sería porque, me arriesgaria a decir, no les interesa que la gente comparta mucho por x o por b o lo que compartirían no les iba a dar réditos onerosos. Yocompartiria.com no hace mas que justificar que el compartir está muy latente, que conecta con una voluntad introspectiva de intención global. También muestra que lo que puede ser considerado un objeto (propiedad) por cualquier persona (por lo tanto compartible), puede tanto ser un coche material concreto como un pensamiento inmaterial o abstracto. De hecho, lo que mas compartió la gente en “la sharing week” fueron deseos abstractos, mucho mas valiosos (y prácticos!) que lo material en cuanto a operatividad, pero no tan interesantes desde el punto de vista práctico de visión comercial o de implementación de interactividad comunicativa en web privativa.

 

Blablacar y legalidades

Otra vez: Blablacar es la iniciativa que mas está desarrollando la compartividad en el estado espanhol en el último anho mediante internet, seguramente con amplia diferencia con el segundo en cuestión. Esto, en el contexto de monopolismo (capitalismo) en el que vivimos (aunque camuflado de liberalismo), obviamente causa interferencias en quienes privadamente disfrutan de los privilegios de su elaborado monopolismo como también al estado que le cobra los impuestos por tal formal y declarada actividad comercial. En este caso, el máximo representante (o posible víctima de blablacar), es la patronal de transportes (una agrupación formada por las empresas de transporte mas onerosoas). Ya se han movido al respecto y denunciado a blablacar en todas las instancias superiores conocidas menos en los tribunales mas vinculantes. Han puesto demanda blabla en el defensor del pueblo y en tribunales de competencia. Han, están, muy activamente ejerciendo sus influencias (incluyendo algún chantajismo extraoficial seguramente) en los aparatos del estado (ministerio de fomento). Pero no han interpuesto demanda en los tribunales por lo civil o por lo penal porqué están intentando forzar al estado a legislar en su favor antes de darse el batacazo con la ley actual, en donde la interpretación penal de cualquier juez en la sentencia de un supuesto juicio, aunque fuera por voluntad de fama personal del propio juez, seguramente abriría una hemorragia en el aparato judicial con tal precedente, que supondría o a) denuncio a mi companhero de trabajo por llevarme al trabajo (algo impensable) o b) un recurso 99% ganado por blablacar en una instancia judicial superior (con la consecuente deslegitimización de la justicia en general). Para demostrar todo esto solo hace falta reproducir unas declaraciones de un representare del órgano superior asesor en cuestiones de competencia desleal en este “mercado libre”, y hechas sobre la empresa “Uber“, un ejemplo mucho mas flagrante de onerosidad no muy contributiva mediante nuevas tecnologias: “-Estamos esperando a que el estado nos pida formalmente consejo (…) sabemos que hay que responder con celeridad (…) no siempre la vía de prohibir es la mas resoluta, muchas veces que se hace esto con prisa, causa mas disyunciones que beneficios.” Digamos que el mensaje amenazador del ministerio de fomento, anunciando posibles multas a empresas y usuarios de servicios no regulados de transporte, iba dirigido a Uber, pero sin base jurídica reguladora todavia para aparentar contentar a la patronal de transportes en sus quejas sobre blablacar también, aparte de a los taxistas convencionales. Como caso relacionado pero tampoco mucho, tenemos el caso de monkey parking (gorrilas 2.0), que hipotéticamente contiene mucho mas indicios de posible vulneración de leyes del transporte mediante las nuevas tecnologías. Parkatmyhouse sería su alternativa presuntamente menos delictiva para el alquiler particular y “ocasional” de plazas de parking.   Volviendo al caso específico de blablacar, la blablaempresa ya se habrá dado cuenta de lo mal y sobretodo peligrosa estrategia que querian implementar con la obligación de hacer reservar viaje al viajero, poniéndole un impuesto adicional de un 15-20% para el beneficio de la blablaempresa. También se han movido al respecto poniéndole recientemente un enlace muy claro en el pie de página diciendo “Compartir viaje es legal”. Seguramente esta no sea la última, y pronto cambien la palabra “precio” de su navegación por “contribución” y/o prohiban las cifras amarillas o rojas por considerarlas “lucro”. También seguramente la patronal de transportes van a seguir intentando tumbar la web de alguna manera formal. Puede haber hasta quien se dedique a aprovechar el centralismo y apertura de su estructura arquitectónica para encontrar puntos débiles de una manera no tan formal, por eso tal vez en un futuro nos pidan una mayor autenticación a los usuarios (tipo muestra DNI, firma contrato en una oficina local antes de seguir de nuevo, etc). Mientras tanto, los amantes de la compartividad en el transporte tampoco podemos quedarnos quietos a verlas venir, está en nuestras manos mantener defendiendo y mejorar ampliando las cosas tan buenas que ya nos ofrece.

Y si blablacar fuera un servicio ofrecido por el estado?

Esta sería mi recomendación para el Tribunal de Competencia que ha de asesorar al Ministerio de Fomento. Lancemos un blablacar mantenido con dinero público, que rebaje el gasto del calculador por defecto de google. Ofrezcamos enlaces a compra directa de billetes de autobús y de tren desde dicha plataforma también.

 

Lo mejor de blablacar

La parte mas mágica de blablacar, y por lo que merece mis altas consideraciones su departamento de marketing, es haber escogido “blabla” como motor de identidad corporativa. Blabla tiende a provocar comunicación entre desconocidos, muchas veces antagonistas entre ellos, que durante un rato encerrados en un cubiculo de un coche, son como iguales. Esto pasa poco durante otros momentos en la vida cotidiana, donde un activista nunca va a tener una conversación con un militar fascistoide porque vayan en el mismo autobús, pero estando en un coche durante un rato, esto puede acontecer de una manera bastante saludable, con lo enriquecedora que es tal experiencia para cualquiera de las partes.

 

Lo peor de blablacar

Las partes menos comunitarizadoras de blablacar, ya teóricamente un poco expuestas mas arriba o mas abajo en este artículo, son su falta de transparencia (ni software libre, ni RSS, ni foro, ni cuentas claras, ni etc), su ánimo comercial (lo venderán a un gigante tecnológico mas tarde o mas temprano), su ánimo de mediación eterna (se hará siempre lo que le guste al director de la empresa o sus delegacias). En resumen, su falta de voluntad de ir a las raíces y a por todas las compartividades de una manera mas decidida, anteponiendo siempre una visión interesada para el uso del vocablo central de su filosofía: “compartir”.

 

Por que no mas? Que podemos hacer de mas?

Blablacar está bastante bien o no está del todo nada mal. Lo mínimo por lo que podemos “manifestarnos”, reformistamente hablando, es por:

*mantener las funcionalidades como están ahora (especialmente que no obliguen a los usuarios a tener que reservar viaje e limando el contacto por teléfono móvil en el formulario de contacto escrito).

*que las URLs resultantes búsqueda por ciudad no caduquen y podamos enlazar o hacernos iframes en nuestras webs locales de las ofertas de viaje de nuestra localidad Mas revolucionariamente sugiriendo:

*crear repositorios de desarrollos de software libre y tendiente a distribuido

*implementar mas funcionalidades de compartividad de viaje sin interferir en la navegación tan lograda que ha conseguido blablacar (ej: presta coche, seguros cooperativos, compra colectiva, mejor resaltado de viajes baratos, etc)

*otros métodos de contribución (intercambio de favores, donaciones a allegados, contribuciones a proyectos de otro tipo de compartividad, bitcoin, etc)

*implementar funcionalidades de enredamiento entre usuarios (foros locales, conductor dispuesto a ser viajero, no salgo hasta que no se llene, etc) *desarrollar la parte de gestión, comunicaciones internas, difusión exterior y financiación de la nueva plataforma

*referenciar e integrar compartividades de otros objetos y mas blablá, por ahora, por ejemplo, por aquí!

Cultura, software.. y cosas libres!

En algún momento y por algún motivo aparecieron las licencias del software libre, a las que se sumaron las licencias de la cultura libre, además del incipiente desarrollo del hardware libre que promueven la manufactura colaborativa.

Los componentes de un ordenador pueden ser reprogramables («firmware abierto») y su proceso de fabricación completamente abierto y colaborativo. También el ordenador puede funcionar con «software libre» y la documentación ser «cultura libre», però todas estas corrientes se desentienden en cuanto a que la cosa sea usable libremente (ordenador como dispositivo abierto a un uso comunitario o al menos licenciado).

En entornos de software libre, cultura libre y hardware abierto se extrae y produce colaboratívamente y se ofrecen con un carácter no lucrativo, ya que ellos como cosas, por ser digitales, son de naturaleza abundante. En cambio, las cosas son mas difíciles de ofrecer en préstamo o como regalos y aquí es donde aparece la necesidad o la voluntad de compartiva a la hora de aportar mejoras en este sentido.

En este sentido, se contemplan iniciativas que sí tratan de resolver este último asunto. Es decir,disponen de cosas que son de uso más abierto (redes de trueque y monedas sociales) o libre (redes de apoyo mutuo), pero no hemos conseguido optimizar su usabilidad conjunta, para que finalmente se permita mediante licencias compartir cosas materiales libre y fácilmente, donde se maximicen los regalos, y donde estén también integrados modelos de oferta en intercambio que fácilmente los podamos tender a oferta de préstamo o regalo, ya que tras estas dinámicas se revitalizarían los valores mejoran nuestras relaciones y como consecuencia generan un impacto positivo en la sociedad.

Hola bienvenida

Abierto esta nuevo espacio para reforzar los saberes de como ofrecer las cosas mas compartívamente….

 

 

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